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13
Junho
2016

Eu, minha poesia e ela


Livro do selo TikiBooks.

Livro de poesia de Marcos Pinheiro.

"Nasci em Assis em 1961. Caçula em uma família de cinco filhos: Arnaldo, Reinaldo (Rei), Miriam e Binho (Rubens), que faleceu em 1992. Nossos pais, Arnaldo e Altair, tiveram sucesso na tarefa de constituir uma família baseada no amor e no bom exemplo. Tenho muitos amigos, alguns da primeira infância (Alexandre, Alvarito e Eduardo.  No ginásio e colegial novos amigos – Otto (quanta saudade), Neno, Cuco, Português (faleceu tão cedo), Rose, Luisa, Miro, Nelson, Carlos, Renato. Aos 16 anos (1978) fui morar em Ribeirão Preto para fazer cursinho. No ano seguinte me mudei para São Carlos, para cursar Engenharia de Produção na USP-São Carlos. Morei em república e fiz novos grandes amigos, Emilson, Chico, André, Alexandre Henriques. Trabalhei em seguida em Cruzeiro, no Vale do Paraíba, na Engesa FNV durante um ano e meio. Lá me interessei pelo desenvolvimento de sistemas. No segundo semestre de 1986, fui trabalhar nas Linhas Corrente, em SP, nesta área. Ali conheci a Marcia, minha esposa. Foi no carnaval de 1987 em Ouro Preto que realmente iniciamos nosso namoro. Neste período que comecei a escrever poesia. Nos casamos em junho de 1988, e fomos morar na Vila Prudente. Tivemos nossos filhos - Marina (1991) e Gustavo (1993). Ingressei na maçonaria em 1992. Em 1993 iniciei minha vida acadêmica - cursei Mestrado e Doutorado em Administração da EAESP/FGV. Em 1996 comecei a dar aulas em Ensino Superior e mudamos para Diadema. Em 1998 comecei a lecionar no Imes, em São Caetano do Sul (hoje USCS). Iniciei atuação na pos graduação Strcito Sensu em 2002, após concluir o doutorado. Em 2004 mudamos para São Bernardo do Campo. Marcia cursou enfermagem na USCS, se formando em 2009 e atuando um período na área. Marina já é advogada e Gustavo está cursando filosofia na Universidade federal do ABC – ABC. Tenho muito orgulho de minha família, muita alegria em ter meus amigos e muito amor por meu trabalho."

 

 

 


30
Março
2016

Meditação, Gonçalves Dias


Primeiro livro do selo TikiBooks.

Com trechos publicados pela primeira vez na "Revista Guanabara" em 1850, "Meditação" é um livro pouco conhecido de Gonçalves Dias (1823-1864), mas de grande importância para a literatura brasileira – foi a primeira vez que um poeta romântico brasileiro criticou abertamente o sistema escravista e a estrutura política do Império, tendo em vista a economia da sociedade moderna europeia, que abolira a escravidão. Para se ter uma ideia, os poemas abolicionistas de Castro Alves (1847-1871) só viriam a público por volta de 1863, quando o tema já estava sendo amplamente debatido nos jornais. 
Dividida em três capítulos, "Meditação" é uma prosa poética centrada no diálogo entre um jovem e um ancião. O primeiro, uma espécie de patriota ingênuo, ao ser tocado nas pálpebras pelo velho sábio, é tomado principalmente por visões de horror da expansão europeia pelo novo continente, pelas raças trucidadas e escravizadas por toda a parte. 
E aqui temos o poeta da "Canção do exílio" num de seus pontos altos, empenhando recursos expressivos na construção de panoramas de grande poder imagético. Na paisagem bucólica de um grande Império, por exemplo, onde há “árvores colossais” e a “relva é densa e aveludada”, vemos milhares de homens de diferentes fisionomias: 
"E esses homens formam círculos concêntricos, como os que a pedra produz caindo no meio das águas plácidas de um lago. 
E os que formam os círculos externos [...] são de cor preta [...] e os outros, que são como um punhado de homens [...] têm maneiras senhoris e arrogantes; – são de cor branca. 
E os homens de cor preta têm as mãos presas em longas correntes de ferro, cujos anéis vão de uns a outros – eternos como a maldição que passa de pais a filhos!" 
No entanto, vale lembrar que, embora se posicione claramente contra a escravidão, Gonçalves Dias não é um humanista como Castro Alves. Funcionário público cooptado pelo Estado, como grande parte dos intelectuais e artistas da época, ainda estava impregnado pelo ranço da superioridade racial dos brancos. Talvez estivesse mais preocupado pelo empecilho que a escravidão representava à expansão do modelo capitalista e da criação de um mercado consumidor do que pelas mazelas sociais geradas em si. 
De qualquer forma, esta obra inacabada e esquecida por muito tempo pela crítica é de grande valor para se conhecer não só nosso passado histórico recente, mas para se estabelecer ainda mais vínculos entre a literatura brasileira e seu contexto social.


14
Março
2016

Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)


Serviços de revisão, diagramação, projeto gráfico e capa para a Editora UNESP.


14
Março
2016

"Não é só a torcida organizada"


Serviços de revisão, diagramação, projeto gráfico e capa para a Editora UNESP.


24
Fevereiro
2016

Manual da Construção Industrializada


Livro da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial.

"A construção civil tem relevante papel no processo de crescimento do país. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o de Investimento em Logística (PIL), assim como obras do Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), têm estimulado a cadeia produtiva da indústria da construção civil, pela geração de empregos e renda para milhares de trabalhadores, além de ganhos significativos em escala para o comércio e a indústria nacional. (...) Acreditamos que este trabalho é uma importante contribuição da ABDI para o setor alcançar melhores resultados. Certamente, o aumento no uso dos sistemas construtivos industrializados contribuirá para a melhoria da produtividade do uso dos recursos do trabalho e do capital."


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